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Centro de Referência da Mulher do Recanto das Emas mobiliza 200 pessoas contra abuso sexual infantil

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Centro de Referência da Mulher do Recanto das Emas mobilizando contra abuso sexual infantil
Centro de Referência da Mulher do Recanto das Emas mobilizando contra abuso sexual infantil

O Centro de Referência da Mulher Brasileira do Recanto das Emas realizou no dia 22 de maio de 2026 uma mobilização de rua em alusão ao Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A ação ocorreu no estacionamento do shopping Recanto das Emas, no Distrito Federal, e reuniu cerca de 200 participantes. A programação incluiu caminhada comunitária, blitz educativa, panfletagem, feira de serviços públicos, distribuição de água, lanches e brinquedos, além de abordagem direta em pontos de circulação para apresentar os serviços do centro.

Ação fortalece rede de proteção

O evento buscou conscientizar a população sobre o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, fortalecer a rede de proteção e facilitar o acesso a serviços de acolhimento para mulheres, crianças e adolescentes. A subsecretária Maíra Castro destacou a importância da proximidade com a comunidade para romper ciclos de violência. A diretora-geral Fausta Maria de Matos ressaltou que iniciativas como essa ampliam o alcance dos atendimentos oferecidos pelo CRMB.

Abordagem direta incentiva busca por ajuda

Durante a mobilização, vendedora Aline Alves Dantas observou que muitas vítimas sentem vergonha de falar sobre a violência sofrida. A presença do centro na região, segundo ela, facilita o encaminhamento de quem precisa de orientação. A feira de serviços permitiu que os participantes conhecessem diretamente os canais de acolhimento disponíveis.

Resultados da mobilização

A ação integrou esforços da Secretaria da Mulher do Distrito Federal e demonstrou que a informação acessível pode ampliar a proteção de crianças, adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade. Cerca de 200 pessoas participaram ativamente das atividades ao longo do dia.

a proximidade com a população é essencial para romper ciclos de abuso. Segundo ela, muitas mulheres não conseguem procurar ajuda sozinhas por estarem em situação de medo, isolamento ou por sequer reconhecerem que vivem uma violência.

Maíra Castro

ações comunitárias ajudam a ampliar o alcance do serviço e a informar mais pessoas sobre o atendimento disponível.

Fausta Maria de Matos

a abordagem direta nas ruas pode incentivar mulheres a desabafar e buscar orientação. Ela afirmou que muitas vítimas sentem vergonha de falar sobre a violência e que ter o centro perto da região facilita o encaminhamento de quem precisa de ajuda.

Aline Alves Dantas

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