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PF pede ao STF terceiro inquérito para investigar Lulinha por irregularidades na Dataprev

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A PF busca apurar se houve tráfico de influência no governo para beneficiar empresas ligadas a Lulinha Juca Varella/Estadão Conteúdo - 16/02/2008
A PF busca apurar se houve tráfico de influência no governo para beneficiar empresas ligadas a Lulinha Juca Varella/Estadão Conteúdo - 16/02/2008

A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de abertura de terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por supostas irregularidades em contratos da Dataprev com o Ministério do Desenvolvimento Social. A solicitação está sob análise do ministro André Mendonça e representa a terceira investigação desse tipo envolvendo o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apurações preliminares apontam possível favorecimento a empresas ligadas ao investigado.

Detalhes do pedido enviado à corte

A Polícia Federal enviou o requerimento ao Supremo Tribunal Federal após identificar indícios de irregularidades em licitações e contratos firmados entre a Dataprev e o Ministério do Desenvolvimento Social. O processo tramita em segredo de justiça, conforme determina a lei para investigações em curso no tribunal. Trata-se da terceira solicitação de inquérito apresentada pela corporação na última semana, todas relacionadas ao mesmo núcleo familiar.

Atuação do ministro André Mendonça

O ministro André Mendonça é o relator responsável por analisar o pedido e decidir sobre a abertura formal do inquérito. Até o momento, ele já autorizou duas investigações semelhantes, o que indica que o novo requerimento seguirá o mesmo rito processual. A decisão final caberá ao relator, que avaliará se há elementos suficientes para autorizar a medida.

Próximos passos da apuração

Caso seja autorizado, o inquérito permitirá à Polícia Federal aprofundar as diligências sobre os contratos em questão. As investigações buscam esclarecer se houve direcionamento indevido de recursos públicos para empresas com vínculo familiar. O Supremo Tribunal Federal não divulgou prazo para a decisão do ministro.

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