O Zoológico de Brasília reinaugurou o Museu de Ciências Naturais na manhã de sábado, 16 de maio de 2026, após uma reforma estrutural que corrigiu problemas graves detectados desde 2022. A revitalização trouxe melhorias na segurança, ampliação da acessibilidade e a instalação de um banheiro modernizado, além de uma quadra esportiva. O espaço agora oferece três etapas expositivas com quase 200 peças biológicas, incluindo esqueletos e taxidermias, e está aberto para visitantes, famílias e pessoas com deficiência.
Reforma amplia segurança e acessibilidade
A intervenção no museu foi maior do que o planejado inicialmente. Quando a nova gestão assumiu em 2023, o objetivo era apenas uma manutenção, porém avaliações técnicas revelaram falhas estruturais sérias. As obras garantiram mais segurança e entregaram um ambiente totalmente renovado, com foco na inclusão de todos os públicos.
Exposição apresenta quase 200 peças biológicas
O museu foi reorganizado em três etapas expositivas que destacam a diversidade da fauna. As peças incluem esqueletos e taxidermias modernas, que substituem o antigo empalhamento por técnicas com espuma expansiva. Essa abordagem proporciona contornos mais naturais aos animais, com detalhes realistas em olhos e boca.
Diretor destaca cuidado com o acervo
Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília, explicou as mudanças.
Quando assumimos a gestão, em 2023, planejávamos apenas uma manutenção no museu. Porém, durante as avaliações técnicas, nossa equipe de engenharia detectou problemas estruturais mais sérios, o que exigiu uma reforma muito maior do que a prevista inicialmente. O período fechado foi necessário para garantir mais segurança e entregar um espaço totalmente revitalizado.
Wallison Couto
Ele também ressaltou a evolução das técnicas de preservação.
Anteriormente, falávamos em empalhamento, pois se utilizava palha. Atualmente, empregamos a taxidermia, que utiliza espuma expansiva, permitindo um contorno mais natural do animal, incluindo olhos e boca.
Wallison Couto
Com a reabertura, o público pode apreciar as peças com mais conforto e emoção.
Assim, o público pode revê-los, emocionando-se e percebendo o cuidado que dedicamos.
Wallison Couto