terça-feira , 29 setembro 2026
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Ministro Fux abre ao público conciliação sobre socorro de R$ 6,6 bi ao BRB no STF

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Prédio do BRB em Brasília simbolizando conciliação de socorro financeiro de R$ 6,6 bi
Prédio do BRB em Brasília simbolizando conciliação de socorro financeiro de R$ 6,6 bi

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, decidiu abrir para a imprensa a reunião de conciliação sobre o socorro ao Banco de Brasília. A medida atende a pedido da governadora Celina Leão e a uma petição da Procuradoria-Geral do Distrito Federal, que alegaram inércia do Fundo Garantidor de Créditos e da União. A sessão ocorrerá no dia 13 de agosto de 2026, às 16h15, no plenário da Segunda Turma do STF, em Brasília, e visa viabilizar um aporte de R$ 6,6 bilhões ao BRB.

Contexto da solicitação ao stf

A governadora do DF e os procuradores do Banco Central e do Distrito Federal apontaram falta de documentos e demora nas negociações com o consórcio de bancos. Dario Durigan, Daniel Lima, Nelson de Souza e Tarciana Medeiros participam das tratativas, que envolvem também representantes do FGC e da União. O ministro Fux agendou o encontro após constatar a necessidade de mediação para superar o impasse.

As partes trocam acusações sobre responsabilidade pela ausência de avanços. O GDF cobra agilidade, enquanto o FGC e o consórcio de bancos alegam que faltam informações para concluir o acordo. A abertura à imprensa busca aumentar a transparência do processo e evitar novos atrasos.

Próximos passos da conciliação

A reunião marca um momento importante para definir as condições do aporte ao BRB. Com a presença de todos os envolvidos, espera-se que sejam esclarecidas pendências documentais e que se estabeleça um cronograma claro de ações. O desfecho pode impactar diretamente a estabilidade financeira da instituição e a confiança dos correntistas.

Especialistas acompanham o caso com atenção, pois o resultado influenciará futuras negociações entre entes públicos e instituições financeiras privadas. O STF atua como mediador para garantir que o processo siga os trâmites legais e atenda aos interesses das partes envolvidas.

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