segunda-feira , 20 abril 2026
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Candangolândia cede terreno para CAPSi e amplia saúde mental infanto-juvenil

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Terreno em Candangolândia preparado para construção de CAPSi, ampliando atendimento à saúde mental infanto-juvenil.

Cessão de terreno para CAPSi em Candangolândia

A Administração Regional da Candangolândia confirmou, em março de 2026, a cessão de um terreno entre as Quadras 2 e 4 para a construção de um Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSi). O objetivo é melhorar o atendimento à saúde mental de crianças e adolescentes na região. A medida atende a uma demanda crescente por serviços especializados, impulsionada pelo aumento de adoecimentos psíquicos nessa faixa etária.

Articulação governamental e demanda local

A cessão resultou de uma articulação envolvendo o administrador regional Marcos Paulo, o conselheiro tutelar Luiz Edgar, o superintendente Ronan Araújo e a Secretaria de Saúde (SES-DF). A população de Candangolândia e regiões próximas, como Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo 1 e 2, Guará, Estrutural, SIA, Park Way e Cidade do Automóvel, pressionou por meio de conselheiros tutelares. Embora a construção ainda esteja pendente, sem prazo definido pela SES-DF, o terreno já foi transferido para a secretaria, que conduzirá o processo.

Foi uma luta com a participação de várias pessoas, de várias alas do governo, para poder chegar nesse momento, que ainda é um processo. A gente está no meio dele, que é trazer o CAPSi para Candangolândia. — Marcos Paulo

Benefícios para a saúde mental infanto-juvenil

O CAPSi visa ampliar a cobertura de serviços para cidades vizinhas, oferecendo atendimento multidisciplinar a menores de 18 anos em sofrimento psíquico grave. Isso inclui terapias individuais e em grupo, com foco na reintegração social. Autoridades destacam a importância de conscientizar os moradores sobre o papel relevante do centro na comunidade.

Como a região não dispõe desse serviço especializado, nós temos percebido um aumento expressivo na questão do adoecimento psíquico nas crianças e adolescentes. — Ronan Araújo

Nós passaremos a acolher e também a atender os menores de 18 anos que muitas vezes estão em sofrimento psíquico grave. Aí vamos conseguir oferecer um atendimento multidisciplinar, seja ele individual seja em atividades em grupo também, com o objetivo de reintegrar essa criança ou esse adolescente à sociedade de uma forma que ele tenha o acompanhamento, tenha o seguimento e possa conviver normalmente, sem nenhum tipo de adoecimento. — Ronan Araújo

Impacto regional e conscientização

A iniciativa beneficia múltiplas regiões administrativas, promovendo inclusão e combate ao abandono terapêutico. Luiz Edgar enfatizou que o CAPSi atenderá demandas de áreas carentes de suporte especializado. Marcos Paulo reforçou a necessidade de engajar a população para valorizar o projeto.

Inclusão sem terapia é abandono. — Luiz Edgar

Agora que temos um terreno que já foi transferido para a pauta da Secretaria de Saúde, nossa pauta agora é trabalhar na conscientização dos moradores para que eles entendam o relevante papel de um CAPSi aqui na nossa cidade. — Marcos Paulo

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