terça-feira , 3 fevereiro 2026
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Polícia prende três profissionais de saúde suspeitos de assassinar pacientes em hospital de Goiás

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Fachada de hospital em Goiás com viaturas da polícia estacionadas, representando prisão de suspeitos de assassinato de pacientes.

Prisão de suspeitos por mortes em hospital

A Polícia Civil prendeu três profissionais de saúde suspeitos de assassinar pacientes na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Anchieta. As mortes ocorreram entre novembro e dezembro de 2025, e as prisões foram realizadas em janeiro de 2026, em Águas Lindas de Goiás. Os suspeitos administraram medicamentos em altas doses ou desinfetante na veia das vítimas, levando a óbitos.

Detalhes dos suspeitos e vítimas

Os detidos incluem o técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, e as colegas Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, e Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos. Eles trabalhavam na UTI do Hospital Anchieta, onde os crimes teriam sido cometidos. As vítimas identificadas são João Clemente, de 63 anos, Marcos Moreira, de 33 anos, e uma professora de 75 anos, todos pacientes internados no local.

Forma de execução dos crimes

De acordo com as investigações, os suspeitos injetaram substâncias letais diretamente nas veias dos pacientes. Isso incluiu overdoses de medicamentos ou o uso de desinfetante, causando falhas orgânicas fatais. A Polícia Civil filmou a prisão de Marcos Vinícius em sua residência, registrando o momento da detenção.

Contexto temporal e local

As mortes aconteceram no final de 2025, especificamente entre novembro e dezembro, enquanto as prisões ocorreram no início de 2026. O Hospital Anchieta, palco dos incidentes, fica em uma região atendida pela polícia de Goiás. Águas Lindas de Goiás foi o local onde os suspeitos foram capturados, destacando a ação rápida das autoridades após as denúncias.

Desdobramentos da investigação

A motivação para os crimes ainda não foi esclarecida pelas autoridades. A Polícia Civil continua as apurações para determinar se há mais envolvidos ou vítimas. Esse caso choca a comunidade médica e reforça a necessidade de vigilância em ambientes hospitalares, especialmente em UTIs.

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